sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Saiba tudo para ter um cachorro no apartamento

Os animais de estimação cada vez mais fazem parte das configurações de família dos brasileiros. A população pet no Brasil chegou a cerca de 139,3 milhões de animais em 2018, sendo 54,2 milhões de cachorros, segundo o Censo Pet, do Instituto Pet Brasil. Isso significa que muitos lares do país contam com um peludo como morador. Quando se trata de uma casa, não existem impeditivos, já que há espaço para a criação do animal. Mas é possível também ter um cachorro no apartamento sem gerar nenhum problema. E isso independe do tamanho do imóvel, da raça ou do porte do pet, existem regras que permitem. Mas, em alguns casos, é preciso seguir algumas diretrizes para garantir o conforto e segurança de todos os moradores do condomínio. Além disso, é preciso pensar ainda no bem-estar do animal. Saiba tudo para ter um cachorro no apartamento. 

cachorro no apartamento
(Foto: Shutterstock)

Regras

As regras em um condomínio devem estabelecer o bem-estar, segurança e boa convivência entre os condôminos. Principalmente quando diz respeito à área comum do empreendimento. E isso vale quando os moradores querem ter um cachorro no apartamento. É preciso estar atento ao que diz a legislação e também as regras estabelecidas pelo próprio condomínio para que todos os direitos e deveres sejam respeitados.

“A convenção do condomínio deve regular as regras porque esse é o tipo de situação que gera muitos transtornos e confusão para os dois lados”, explica a advogada Juliana Longman, especialista em Direito Imobiliário do escritório Da Fonte Advogados. Ela ainda ressalta que as regras valem para todos, para o condômino e também os seus convidados. “Ele se responsabiliza por si, por quem mora com ele e pelos visitantes. Então precisa orientar as visitas que vão chegar com um cachorro sobre as regras do condomínio. Se houver infração, a multa é imposta ao condômino que convidou”, acrescenta.

Porte

Uma das questões diz respeito ao porte do cachorro. “Historicamente a gente vê condomínios que proíbem ou regulam e tentam impor que os cachorros só circulem nos braços, mas isso acaba implicando na condição que os moradores não tenham animais de grande porte. A defesa dos animais e de direito de propriedade instituem que pode fazer o que é de direito, desde que não tire a segurança de terceiros. Mesmo nas áreas comuns, diz que não pode proibir”, explica Juliana Longman. “Até porque não existe uma legislação que determine o que é pequeno, médio ou grande porte”, complementa.

Pense se o porte do pet é o ideal para o seu apartamento
Pense se o porte do pet é o ideal para o seu apartamento (Foto: Shutterstock)

Raça

Além do porte, outra questão que é bastante debatida nos condomínios é em relação à raça do cachorro no apartamento. A grande questão é sempre prezar pela segurança de todos os moradores. “A proibição do animal depende se ele vai causar riscos para os outros condôminos. Para isso, precisaria de um laudo de um técnico que atestasse que uma determinada raça não é possível ser domesticada. Ou seja, toda proibição, seja pelo porte ou pela raça, deve ser fundamentada na segurança dos demais”, acrescenta a advogada. Uma exceção será sempre válida para um cão guia. “Esse tem direito a acessar até as áreas onde qualquer proibição é permitida”.

Convivência com cachorro no apartamento

Ainda assim, mesmo sem a proibição de ter um cachorro no apartamento, é possível que o condomínio estabeleça as regras para uma boa convivência. “As regras podem estabelecer que os cachorros não circulem por determinadas áreas comuns, que não entrem no elevador social, ou que não use o elevador se outro morador estiver dentro. Isso tudo deve levar em consideração o aspecto da segurança. Mas o tratamento desigual para determinada raça ou porte é complicado. Mas tudo isso pode existir e, se for questionado por um morador, o judiciário pode avaliar se mantém ou não, desde que preze pela segurança”, explica Juliana Longman. Também tem a questão da limpeza. “O dono tem que carregar a luvinha para retirar qualquer material do cachorro. E também deve se responsabilizar por qualquer dano”, acrescenta.

Fique ligado nas regras do condomínio
Fique ligado nas regras do condomínio (Foto: Shutterstock)

Proibições

Apesar de o condomínio não poder proibir que tenha um cachorro no apartamento, as regras podem variar quando se trata de um contrato de locação. “Nele, há a liberdade de expor o que o inquilino tem direito. Então pode ter o contrato, a negociação e a proibição de criar um cachorro no apartamento. Isso porque o proprietário não sabe o estado que o imóvel será devolvido, mas não é comum de acontecer, principalmente nos contratos longos, que vão durar alguns anos. Quando a locação é menor, por um final de semana através de uma plataforma de locação, aí pode ser mais viável”, pontua a advogada. 

Reclamações de cachorro no apartamento

No entanto, o condomínio deve estar atento às reclamações dos condôminos. “A reclamação de um vizinho só deve ser comunicada no livro de ocorrências, até para ver se o mesmo animal incomoda outros moradores. Mas se todos os vizinhos se sentem incomodados com um cachorro em um apartamento, que late o tempo todo ou tem um odor forte, aí é preciso analisar a situação. E as regras variam de acordo com cada condomínio e ele está sujeito à revisão delas por parte do judiciário, seja para proibição, restrição, reclamação. As regras devem ter a função de assegurar a segurança e o bem-estar dos condôminos”, afirma Juliana Longman. 

Decoração

Além do bem-estar e da segurança dos condôminos, é preciso também pensar no bem-estar do cachorro no apartamento. E uma forma de dar um conforto maior ao animal é pensar em uma decoração que também atenda às necessidades dele. É possível pensar em um cantinho pet na casa e deixá-lo de forma harmônica com todo o restante da decoração da casa. “Pode pensar em um cantinho para colocar uma cama para ele, que pode ser com design legal, seja no pé da cama do dono, na área de serviço ou na sala mesmo, mas é bom que seja em um lugar que não seja nem tão quente e nem tão frio”, explica a arquiteta Luciana Aguiar.

Outro ponto para deixar a casa mais organizada é separar um espaço para guardar os objetos do cachorro. “Pode inserir uma caixa bonita até com o nome do cachorro em algum móvel já existente na decoração para guardar as coisas que vão desde brinquedos, coleiras, artigos de banho e remédios”, diz a profissional do escritório Luciana Aguiar Arquitetura LTDA. Outro ponto é que o cachorro precisa de um espaço reservado para comer e beber água. “Pode usar potinhos coloridos e que casem com a decoração do lugar, que normalmente é a cozinha”, explica. Por último, reserve um espaço longe do da alimentação para que o cachorro faça as necessidades. 

Coloque no apartamento objetos pensando no pet
Coloque no apartamento objetos pensando no pet (Foto: Shutterstock)

Adestramento

Se a ideia é ter um cachorro no apartamento, é importante também ficar atento às características de convívio. “Em relação à raça, não costuma ter perigo, os animais são domesticados, mas o ideal é pegar cães mais silenciosos, que não pratiquem tanto exercício físico porque isso vai minimizar o trabalho das pessoas no dia a dia no apartamento. Mas, ainda assim, é importante saber que o principal de tudo é ter tempo para se dedicar ao cachorro. Se os moradores saem de manhã e só voltam à noite, não é bom ter um cão hiperativo ou de caça porque eles podem destruir o apartamento ou perturbar a vizinhança”, explica Reginaldo Silvestre de Santana, adestrador e proprietário do Adestramento & Cia: hospedagem, adestramento, passeio e transporte. 

Justamente por conta disso, o adestramento também é parte importante para quem deseja criar um cachorro no apartamento e isso independente da raça ou do porte dele. “Se deixar o cão fazer o que ele quiser no dia a dia, ele pode querer demarcar o território com xixi e cocô ou pode achar que os utensílios da casa são brinquedos. O adestramento vai evitar que o cachorro faça as necessidades no lugar errado, que ele fique latindo e perturbando o convívio no dia a dia e que ele seja um empecilho com situações inesperadas na hora do passeio ou de receber visitas em casa. O adestramento é importante para não criar um cão antissocial, independente do tamanho ou da raça”, conclui.

+ O apê ficou pequeno?

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Quanto precisa dar de entrada para comprar um apartamento

Comprar um imóvel é o sonho de muitos brasileiros e torná-lo realidade exige um planejamento financeiro muito bem elaborado, já que é um bem com valor alto agregado. Fazer o pagamento à vista é a melhor solução porque gera um poder maior de negociação e, consequentemente, um desconto mais vantajoso. Porém poucas pessoas conseguem realizar a compra desse jeito. A maioria ainda precisa recorrer a um financiamento e, desta forma, pagar o preço do imóvel parcelado, podendo chegar a 30 anos. Mas, mesmo neste caso, o comprador precisa ter uma reserva financeira porque vai precisar dar uma entrada. E esse é um valor que varia bastante e, por isso, é importante ter um planejamento do orçamento. Saiba quanto precisa para dar de entrada para comprar um apartamento.

Comprar um imóvel é o sonho de muitos brasileiros e torná-lo realidade exige um planejamento financeiro muito bem elaborado (Foto: Shutterstock)

Pesquisa

Depois de encontrar o imóvel ideal, antes de tomar qualquer passo em relação à questão financeira é fundamental fazer pesquisas para saber que está entrando em um negócio bom e seguro. “Antes de dar qualquer entrada para comprar um apartamento, é essencial realizar a pesquisa do imóvel e do nome dos vendedores, isso é totalmente recomendável. Nunca se deve dar qualquer valor antes de fazer a pesquisa completa da matrícula, do condomínio e dos vendedores para ter a segurança para que possa dar um sinal de uma aquisição que vai dar certo”, explica Luís FernandoTeixeira de Andrade, diretor da área de Direito Imobiliário do escritório Karpat Advogados.

O cuidado vale não só para imóveis prontos, mas também para os que estão ainda na planta e serão negociados diretamente com a construtora. “Precisa pesquisar de ações existentes em nome da construtora, verificar a saúde financeira da empresa, se não corre o risco de quebrar no meio do caminho, se tem eventuais ações de compradores do passado ou se tem reclamações de imóveis que deram problema em um curto espaço de tempo. Também deve-se verificar a matrícula de incoroporação e se ela foi registrada porque a partir daí que a venda do imóvel na planta pode ser feita. É importante fazer tudo isso antes de dar a entrada uma vez que, dado o dinheiro, para recuperar teria que dar mais dinheiro ainda para entrar com uma ação judicial”, complementa. 

Valor

Segundo o Luis Fernando, não existe previsão legal do valor a ser pago como entrada para comprar um apartamento usado. “A praxe no mercado considera em torno de 10%, mas isso depende de cada caso, quando vai comprar um imóvel já pronto. A depender da capacidade do comprador o valor do sinal pode diminuir quando na análise mostre que será sanado durante o período, paga um sinal para que a venda fique amarrada”, afirma o advogado. As regras mudam para quem vai fazer um financiamento. “Quando o imóvel é adquirido por meio de financiamento, o que pode ser determinante no sinal é o valor que vai financiar. Os bancos normalmente financiam entre 80% a 90% e o restante pode ser dado diretamente no sinal. Mas também pode ser um valor desmembrado, como, por exemplo, um percentual na assinatura e o restante depois que for assinar o coontrato com o banco”, explica. 

Barganha

O valor que é pago na entrada sempre é visto como algo que gera poder de barganha na hora de comprar um imóvel. Porém isso vale mais para quem vai fazer a aquisição à vista porque, com a quantia total disponível, vai poder tentar dominuir o valor a ser pago pelo imóvel. “Na negociação com o banco não influencia muito. Mas é importante ressaltar que quanto menos o comprador financia, melhor porque vai pagr menos juros no final. Por outro lado, para o banco, quanto maior for o financiamento, melhor porque ele vai ganhar mais. E essa relação do valor a ser financiado não influencia na taxa. Mas é fundamental pesquisar em vários bancos porque há diferença na taxa cobrada entre uma instituição e outra”, pontua Luís Fernando. 

Organização

Independentemente do valor a ser pago como entrada é preciso de organização financeira. “O cenário ideal é conseguir pagar à vista e não precisar financiar. Mas o atual cenário econômico não permite que a maioria das pessoas consiga comprar um imóvel à vista. Então é importante que a pessoa se organize financeiramente e só contraia um financiamento se tiver uma situação tranquila com o emprego ou uma renda que dê para pagar a entrada do imóvel e o financiamento. Esse planejamento é fundamental porque se no meio do caminho a pessoa não tiver como pagar, vai acabar perdendo o imóvel e o que pagou nele”, conclui o advogado.

 

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Conheça os tipos de financiamento imobiliário e como funcionam 

Comprar a casa própria exige um montante em dinheiro que maioria dos brasileiros não tem de imediato. Sendo assim, vários tipos de financiamento imobiliário são usados na hora de fazer negócio. Existem os que se enquadram no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e os regulados pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). 

O SFH usa recursos das contas de poupança e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Os juros são menores, mas também tem regras mais rígidas, como limite de renda e de valor de imóvel, que só pode ser residencial. Já os tipos de financiamento imobiliário pelo SFI não estão condicionados às regras do Governo e criam suas normas e juros. 

tipos de financiamento imobiliário
Tipos de financiamento imobiliário (Fonte: Shutterstock)

O economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucciafirma que os financiamentos já cresceram 30% este ano, em relação a 2018. Segundo ele, a novidade é a utilização do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para balizar os juros dos financiamentos pela inflação. A medida foi adotada este ano pela Caixa Econômica Federal e, segundo Petrucci, deve se expandir para outros bancos. 

“Tenho a impressão que é uma coisa que já pegou. Acho que em 2020 todos os bancos vão ofertar produtos, com mais ou menos cota de financiamento, com IPCA ou qualquer outro indicador pela inflação. É uma forma de dar maior mobilidade para os créditos”, diz Petrucci, lembrando que mais de 90% dos bancos hoje usam a Taxa Referencial (TR) para balizar juros.  

“Se você vai tomar um financiamento a curto prazo, faça as contas em IPCA e TR, que IPCA deve ser mais favorável. Mas nem sempre as pessoas têm renda para isso. É muito mais fácil ir ao banco e financiar em 30, 35 anos pela TR, que hoje é zero. É muito mais fácil ter segurança”.  

Entenda melhor os tipos de financiamento imobiliário

 SFH – FGTS e Poupança 

O economista e corretor de imóveis Dorgilan Rodrigues da Cruz, presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), explica que os juros ficam em torno de 4,5% ao ano nessa modalidade, regulados pelo Governo. O limite do valor de imóveis é até R$ 1,5 milhão. “A finalidade é fomentar a construção civil. O cidadão pode acessar os recursos mesmo sem ter carteira assinada. Não é necessário ter um conta de FGTS”.  

 SFI – Taxa Referencial 

Qualquer pessoa que comprovar renda pode conseguir financiamento em bancos privados. As taxas, porém, são mais elevadas: vão de 8 até 11% ao ano. “Os bancos não têm um limite de taxas de juros, mas buscam adequar à Selic”. Diz Cruz. Além disso, uns concorrem com os outros e podem variar a equação para atrair clientes.  

 IPCA 

Quase todos os bancos balizam o financiamento pela TR, porém há uma nova forma que já começou a ser aplicada: a correção pela inflação. A Caixa começou a adotar o modelo, usando o IPCA como índice. “Nos últimos três anos houve considerável queda nos índices de inflação. Hoje está em 3,45%. Se isso se mantiver, é vantajoso”. 

Formas de amortização da dívida

Existem diferentes formas de amortizar a dívida, e para cada tipo de financiamento e instituição bancária, uma é adotada. Veja abaixo as opções:

1- Sistema de Amortização Constante (SAC)

Como o próprio nome já diz, as prestações são decrescentes. Sendo assim, conforme a dívida vai sendo paga, e somado ao fato dos juros serem calculados sobre o saldo devedor, ocorre uma diminuição do valor da prestação do financiamento. Já que ocorre uma diminuição do montante a ser pago em juros. Ou seja, a taxa de amortização permanece fixa, enquanto os juros diminuem.

2 – Sistema Tabela Price

Também conhecido como Sistema Francês de Amortização (SFA), é bastante utilizado no exterior, mas teve que ser remodelado para se adaptar à realidade brasileira (alta inflação e taxas de juros) e, por isso, não é muito praticado por aqui atualmente. No modelo original, as prestações são fixas, com juros decrescentes e amortizações crescentes. Assim, durante as primeiras prestações, a maior parte da parcela refere-se ao pagamento dos juros. Conforme o tempo passa, os juros diminuem, visto que sempre são cobrados sobre o valor que ainda se deve ao banco. Como o saldo devedor diminui a cada mês, os juros cobrados também vão, assim, diminuindo. Então, o valor da amortização aumenta a cada mês.

3 – Sistema de Amortização Crescente (Sacre)

Esse sistema é uma combinação dos dois anteriores. As prestações desse tipo de empréstimo são crescentes ao longo do tempo, mas somente até certo ponto, a partir do qual começam a diminuir.

Assim como no Sistema Price, o reajuste das prestações do Sacre é atrelado à TR, as amortizações são crescentes ao longo dos anos e os juros, consequentemente, vão diminuindo. A vantagem, porém, é que, como as prestações decrescem ao longo do tempo, o risco de inadimplência diminui de maneira significativa.

 

 

 

 

 

 

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ARGAMASSA TERMOACÚSTICA PARA PISOS E PAREDES

A argamassa termoacústica Thermo X é um revestimento que serve para manter a temperatura dos ambientes agradável, além de reduzir a passagem de sons. Efeitos da argamassa termoacústica Existem outros materiais feitos com o objetivo de reduzir a temperatura dos ambientes, como a tinta térmica, as películas ou persianas térmicas, por exemplo. Mas a argamassa … Continue lendo ARGAMASSA TERMOACÚSTICA PARA PISOS E PAREDES

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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Entenda quais são os motivos para investir em imóveis 

Há muitos motivos para investir em imóveis. O modelo é forte e seguro no País, ainda mais com a atual diminuição da taxa de juros e as novas alternativas de financiamento. Pesquisa recente feita pela Deloitte, em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), mostra que, nos últimos cinco anos, 35% dos brasileiros alugaram um imóvel e 37% compraram. 

Pensando nos próximos cinco anos, a percepção já muda: 20% pretendem alugar e 58% preferem comprar. Com a queda dos juros, o preço do imóvel deve subir. Investir em imóveis é seguro, pois, mesmo na crise, os valores não caíram e ficaram estáveis”, aponta o presidente da Abrainc, Luiz França.  

motivos para investir em imóveis
Investir em imóveis é seguro, pois, mesmo na crise, os valores não caíram e ficaram estáveis (Fonte: Shutterstock)

O economista Eduardo Araújo, do Conselho Federal de Economia (Cofecon), acredita que diante de um novo ciclo, com esperado crescimento econômico sustentável, os imóveis têm grande potencial de valorização.  

“A atividade econômica deve ter um aquecimento nos próximos meses. À medida em que isso acontece e as taxas de juros se mantém nesse patamar bem reduzido, é natural que haja um impulso pelo consumo. Com as pessoas comprando mais, os bens tendem a se valorizar”, destaca Araújo, que também acha interessante investir em fundos imobiliários na bolsa de valores.  

investir em fundos imobiliários na Bolsa de Valores
Outra aposta é investir em fundos imobiliários na Bolsa de Valores (Fonte: Shutterstock)

Para a economista Karla Simionato, entre os motivos para investir em imóveis está a segurança no padrão conservador. “Não se perde, não é como investimento em papéis. Imóveis raramente perdem valor com alta ou baixa da bolsa ou com política externa”.  

Revender ou alugar 

Karla entende que é melhor revender do que alugar. Para a economista, a legislação brasileira é ruim para o locador. “O inquilino pode depredar o imóvel e o proprietário terá que entrar com ação para reaver esse prejuízo. Se o locatário não pagar os aluguéis, precisará entrar com ação de cobrança e despejo. Então, além das despesas com manutenção, tem o inquilino” 

Araújo acha que a melhor oportunidade é comprar um imóvel mais barato do que o valor de mercado, como quando negociado na planta, por exemplo, e revendê-lo depois. “Porque o mercado de aluguéis no Brasil muitas vezes não favorece o investidor. Não identifico muita vantagem”.  

Como escolher 

Já que o lucro é um dos principais motivos para investir em imóveis, o interessado precisará pesquisar o tipo de apartamento que mais facilmente conseguirá negociar. Quanto menor o preço, mais chances de vender ou alugar. Ou seja, imóveis de padrão mais alto não são indicados.  

“Precisa ver se terá aceitação: pesquisar localização, vizinhança, quantidade de unidades livres naquele prédio e naquela região e o tempo que os imóveis disponíveis ali ficam parados. Isso é para ver se vale a pena investir”, diz Araújo.  

Quanto menor o preço, mais chances de vender ou alugar. Ou seja, imóveis de padrão mais alto não são indicados. (Fonte: Shutterstock)

Luiz França, presidente Abrainc, ressalta que geralmente os investidores preferem imóveis comerciais que possuem bom potencial de valorização e uma relação aluguel/preço imóvel maior.

Para os investidores, é importante que o imóvel esteja em regiões com alta procura, pois a chance de alugar será maior. Então, ele deve pensar na liquidez (velocidade na negociação) na hora de escolher”.  

+ Está pensando em comprar ou alugar um imóvel? 

+ Tem um imóvel e deseja vender ou alugar?

 

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

TIPOS DE FUNDAÇÃO PARA CONSTRUIR CASAS

A fundação é uma parte extremamente importante em qualquer construção. Por isso ela deve ser feita com cuidado, e de acordo com cada situação. A fundação é importante porque sustenta toda a construção. Além disso, ela é a parte que conecta toda a casa ao solo, portanto ela mantém a casa estável. E deve, por … Continue lendo TIPOS DE FUNDAÇÃO PARA CONSTRUIR CASAS

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Ideias criativas de papel de parede para a sala

A sala é o cartão de visitas de um imóvel, porta de entrada para moradores e visitantes, lugar para relaxar ou receber parentes e amigos. Por isso, a decoração deste ambiente é sempre bem pensada para ser confortável, funcional e bonita. E o papel de parede pode ganhar destaque para que todos esses requisitos sejam atendidos. Ele é uma forma rápida e barata de intervenções visuais em ambientes e pode deixar o espaço único. São muitas as opções disponíveis no mercado, com propostas, texturas e efeitos diferentes, que podem deixar a parede mais sofisticada, sóbria, divertida ou colorida. Confira ideias criativas de papel de parede para a sala. 

Estampas divertidas podem transformar o ambiente 
Estampas divertidas podem transformar o ambiente  (Foto:Shutterstock)

Variedade

O mercado oferece uma variedade muito grande de papel de parede, por isso é importante planejar bem qual o resultado que deseja para a decoração para usar o papel de parede na sala adequado.  Além do papel de parede mais tradicional, existem outras possibilidades com efeitos e texturas diferentes. A depender da proposta da decoração, é possível apostar em um com efeito 3D, com textura, com revestimentos rústicos aparentes, como tijolos, pedras ou madeiras, ou ainda com ilustrações e paisagens.

“O papel de parede possui uma grande variedade de tons e texturas e ainda podem transmitir inúmeras sensações, já que os grafismos apresentados não têm limite. Ele pode ser colado ou adesivado diretamente. O uso pode ser para formar murais ou fundos ou ainda segmentar planos, ele é muito versátil”, explica o arquiteto Felipe Silveira, do escritório Mucam Arquitetura. 

O papel de parede é uma ótima escolha para quem busca um toque especial no ambiente
O papel de parede é uma ótima escolha para quem busca um toque especial no ambiente (Foto:Shutterstock)

Custos de papel de parede para sala

O papel de parede é uma ótima opção para quem deseja dar um toque especial à decoração da sala. Mas não só isso. Ele é um recurso para quem pensa em fazer uma mudança na decoração, mas sem gerar os transtornos de uma grande reforma ou os custos dela, já que o papel de parede na sala pode transformar o ambiente de forma bastante rápida e sem pesar no bolso. Além disso, ele pode ser trocado sempre que o desejo de mudança aparecer por conta da praticidade e do baixo custo. “O preço do papel de parede é muito baixo em relação à mudança que gera. É um ótimo recurso na decoração, principalmente porque ele pode ser retirado e substituído sem demolições nem sujeiras. E qualquer pessoa, dependendo da estampa e do tipo da fixação, com o mínimo de orientação e paciência pode instalar”, ressalta Felipe Silveira.

Objetivos

A facilidade do uso do papel de parede na sala para transformar a decoração também acabar sendo um risco justamente porque a praticidade da aplicação e o baixo custo pode levar ao uso de forma que não fique bem com a decoração proposta para o ambiente. Por isso, é preciso tomar alguns cuidados na hora de optar por colocar papel de parede na decoração da sala. “Mesmo com toda essa facilidade, não se deve usar aleatoriamente ou gratuitamente. É importante ter um objetivo em mente.

Alguns exemplos são criar um fundo para destacar os móveis, trazer sensação de aconchego ou movimento ao ambiente, emoldurar e determinar uma área dentro de um espaço, evidenciar uma setorização, gerar contraste com os demais objetos ou ainda criar uma unidade visual. Tudo isso, e muito mais, pode ser feito com uma boa escolha de papel de parede. As regras dependem do conceito desejado”, pontua o arquiteto.

Papel de parede para sala
O papel de parece pode complementar sua decoração(Foto:Shutterstock)

Propostas

Como são muitas as opções de papel de parede existentes no mercado, é fundamental entender qual é a proposta da decoração para escolher o papel de parede ideal para a sala. “É possível usar ilustrações quando tiver uma decoração mais temática. Outra opção é usar textura para diminuir a reverberação acústica de um determinado plano, ou apenas para se integrar a textura de uma cortina existente. Também pode tentar seguir a tendência com a profundidade gerada pelas figuras tridimensionais em paredes de fundo, mas em destaque. Ainda há a opção do uso dos desenhos clássicos e florais quando a finalidade é ter uma decoração mais romântica ou pretende despertar a memória afetiva. Cada caso deve ser pensado segundo a proposta do local. É possível abusar destes recursos fantásticos e dar vida aos ambientes sem medo de errar. O papel de parede é atemporal”, conclui Felipe Silveira. 

Que tal decorar uma sala no apê novo? 

 

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