sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Dicas baratas para decorar o banheiro da casa nova

Cada ambiente tem a sua importância no projeto de decoração da casa, inclusive um dos menores espaços do imóvel e que resulta em uma curta permanência merece atenção especial. O banheiro pode ser bonito e elegante mesmo tendo um espaço reduzido. São muitas as opções na decoração que podem fazer do ambiente único. E o melhor: é possível decorar o banheiro gastando pouco, respeitando o orçamento disponível para o projeto, mas passando a imagem de limpeza e também de relaxamento. Para isso, um bom projeto contempla o conforto ambiental sem exageros, com um conceito bem definido para determinar o estilo da decoração, a linha de objetos e os revestimentos a serem usados. Confira dicas baratas para decorar o banheiro na casa nova.

Revestimentos

É preciso levar em consideração que o banheiro é um ambiente úmido e necessita alguns cuidados especiais, mas, ainda assim, existem muitas possibilidades disponíveis. “No quesito revestimentos de parede, não é primordial que todas as paredes tenham um mesmo revestimento ou até mesmo que sejam do tipo cerâmico, pastilha ou porcelanato. É possível que um projeto tenha revestimento lavável apenas no box e as demais paredes podem receber tinta lavável”, explica o arquiteto José Luiz Sobral, sócio do escritório Calazans e Sobral Arquitetura. Ela ainda sugere que papeis de parede e adesivos podem ser usados para mudar o ambiente, inclusive com o custo baixo, porém são revestimentos mais indicados para lavabos por conta do vapor do chuveiro e da pouca resistência do material.

decorar o banheiro
Decoração de banheiro (Foto: Shutterstook)

Reciclagem

Armários são sempre bem-vindos, mas nem sempre eles cabem no orçamento. E nem por isso é sinal que a decoração do banheiro não vai ficar bonita. Existem várias maneiras de armazenar os objetos gastando pouco e mantendo a beleza do ambiente. “Os banheiros possuem vocação para armazenar remédios e produtos de higiene e isso pode ser feito em pequenos armários fechados, mas também em caixas para garantir a segurança ou expostos em nichos ou prateleiras. Uso de potes, frascos de vidro, latas ou cestos reutilizados, mas bem apresentados, é de bom gosto e sustentável”, explica o arquiteto Felipe Silveira, do escritório Mucam Arquitetura.

José Luiz Sobral também é a favor da reciclagem como uma forma de dar um toque especial economizando. “Somos partidários da reciclagem e achamos que reutilizar potes de vidro ou latas de leite, por exemplo, para cotonetes, algodão, entre outros, são bons , mas depois de passarem por uma customização, como pintar ou envolver em fitas, barbantes, tecidos ou até onde for a imaginação”, complementa.

Armazenamento

Ainda no quesito decoração, muitos elementos podem ser usados no ambiente e garantir um resultado que deixe o espaço com o perfil dos donos e também sem extrapolar o orçamento. Alguns objetos, inclusive, podem ganhar funções especiais no banheiro. “É possível usar cestinhos que podem ser de palha, vime ou outros materiais para colocar pequenas toalhas para o uso individual ou cestos maiores no piso para roupas a serem lavadas. Para refletir o estilo de cada projeto, pode-se optar por objetos que chamamos de apoio que sejam da mesma linha, mesmo material e acabamento, como porta-sabonete, porta-toalhas, porta-papel e bandeja. Além disso, é possível utilizar diversos sachês e aromatizantes pois o cheiro, as cores e a luz provocam bem-estar”, pontua José Luiz Sobral.

Invista em espelhos na hora de decorar o banheiro

O espelho é basicamente um elemento essencial na decoração de todo banheiro. E o melhor é que existem várias opções e de todos os preços, sempre tendo um que ressalte a decoração do espaço e que caiba no bolso do proprietário. “Eles podem ser fixos em molduras, em móveis ou diretamente na parede. Podem ser suspensos ou apoiados diretamente no piso. Os espelhos contam com custos que variam de acordo com o acabamento e dimensão e podem ser adquiridos prontos ou feitos sob medida, por isso atendem a qualquer orçamento. E mesmo os mais simples já têm grande utilidade”, ressalta o arquiteto Felipe Silveira.

Espelhos podem trazer elegância
Espelhos podem trazer elegância e sofisticação para o seu banheiro (Foto:Shutterstock)

Decorar o banheiro com plantas

Outro objeto de decoração que garante um charme maior ao ambiente sem um custo elevado é a vegetação. “O uso de plantas neste ambiente, que normalmente possui ventilação e iluminação naturais, é fácil e de grande proveito. Existem espécies de pequeno e médio porte, tipos diversos de fixação, e uma grande variedade de cores e formas. Elas trazem charme e alegria, gostam de claridade, vento e umidade disponíveis”, afirma Felipe Silveira. “Algumas flores e folhas ainda possuem aromas leves e marcantes que agregam personalidade e são fatores complementares interessantes”, acrescenta. Para José Luiz Sobral, plantas que se adaptam bem ao ambiente de banheiro são os cactos e suculentas em pequenos potes em nichos ou prateleiras.

Plantas são ótimas aliadas na sua decoração
Plantas são ótimas aliadas na sua decoração. (Foto: Shutterstock)

+ Já pensou em decorar o banheiro em uma casa nova?

 

 

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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

CONDOMÍNIO DE MINI CASAS DE 19m²

O projeto desse condomínio de mini casas aproveita a área do terreno ao máximo. Mas mesmo assim todas as mini casas são térreas e têm um quintal privativo. São ao todo 4 mini casas, cada uma com 19 metros quadrados de área coberta. Medidas do terreno do condomínio de mini casas O condomínio de mini … Continue lendo CONDOMÍNIO DE MINI CASAS DE 19m²

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Saiba como evitar juros altos ao financiar um imóvel com o banco

Ao se comprometer a pagar parcelas durante 20 ou 30 anos, é preciso ter plena certeza de que será um bom negócio, pois a dívida acompanhará a família durante muito tempo. O tipo índice de correção monetária, sistema de amortização e taxa de juros podem influenciar cada vez mais ao longo do tempo. Separamos algumas dicas de como evitar juros altos ao financiar um imóvel para você.

como evitar juros altos ao financiar um imóvel
(Foto: Shutterstock)

“Para avaliar as opções e encontrar a melhor, o comprador pode – e deve, solicitar uma planilha simulada de evolução do financiamento, para comparar o valor da prestação e o valor final da dívida”, conta Dra. Sabrina Rui, advogada em direito tributário e imobiliário.

Optar pelo menor tempo de contrato é aconselhável, pois o valor pago a cada mês, durante muito tempo, compromete a renda familiar. O mais comum nestes casos é que as parcelas durem até 30 anos, mas o ideal é manter por até 10, considerado razoável.

“Sempre escolher a instituição bancária que ofertar a menor taxa de juros anual – olhando sempre para o valor de juros efetivo, e não para o juro contratual”, explica.

como evitar juros altos ao financiar um imóvel
(Foto: Shutterstock)

Se possível, escolher o Sistema de amortização SACRE ou SAC, e fugir da TABELA PRICE, pois é o sistema que mais capitaliza juros. Quanto ao índice de correção monetária, optar pela Taxa Referencial – TR, que não teve revisões nos últimos dois anos.

“O Governo lançou recentemente uma nova modalidade de empréstimos para a casa própria com taxa de juros reduzida, porém, esta apresenta correção monetária pelo IGP-M. Apesar de parecer ser um bom negócio, o IGP-M acumulado neste ano, já chegou em 4,19%, enquanto a TR ficou em 0”, avisa a Dra. A correção impactará diretamente sobre a prestação e saldo devido, encarecendo o valor próximo ao final.

Entretanto, é preciso analisar o contrato como um todo, se preciso com o auxílio de um profissional especializado, pois as taxas de juros podem ser menores, mas há possibilidade de existência de outros valores e taxas que tornam o valor final equivalente.

Gostou das dicas de como evitar juros altos aos financiar um imóvel?

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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Dicas tecnológicas para agilizar o processo de compra do imóvel

A tecnologia se tornou uma aliada para muitos segmentos da economia, seja para agilizar os processos, para alavancar vendas, melhorar a comunicação, entre tantas outras aplicações que ela acabou se inserindo de forma orgânica na vida das pessoas. Não é diferente no mercado imobiliário. As novas ferramentas conseguem reunir todos esses atributos e tantos outros quando levamos em consideração no processo de compra, como a economia de tempo e de dinheiro. E a tecnologia ajuda tanto para quem quer vender como também para quem quer adquirir um apartamento, casa ou terreno. Confira as dicas tecnológicas do corretor para quem deseja comprar um imóvel. Desde a procura até a assinatura do contrato, as ferramentas podem ajudar e facilitar para encontrar o imóvel dos sonhos. 

Economia

O primeiro ponto diz respeito ao orçamento, já que uma busca na internet pode resultar em uma seleção mais apurada de imóveis que cabem no bolso, o que já afunila o processo de busca. Desta forma, também é possível economizar tempo. A tecnologia também resultou em uma mudança de comportamento na hora de procurar um imóvel. “No passado, a pessoa primeiro telefonava, o corretor dizia quantos imóveis tinham disponíveis com o perfil de localização, tamanho e preço. Aí ela tinha que ir na imobiliária, normalmente se fazia no sábado ou domingo, dias que o corretor mais trabalhava. Tinha a saída para ver os imóveis, um por um, verificava garagem e o que tinha no entorno também. Se tivesse alguém da família que precisasse também ver o imóvel, essa visita se repetia, tinha que marcar de novo”, explica José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP). 

A utilização da internet na pesquisa de imóveis pode fazer você ganhar tempo e realizar uma seleção mais apurada. (Foto: Shutterstock)

Hoje todo o processo é mais simples. “É possível fazer um tour virtual, tem a simplicidade do WhatsApp, tudo isso evita um trabalho grande. Quando a pessoa vem no escritório, ele já viu as ofertas em sites, visualizou o imóvel em um tour virtual, chega para ver o imóvel que vai comprar, dificilmente ele vai ver mais do que dois”, acrescenta. Para Manoel da Silveira Maia, presidente do Creci-RJ, as informações estão mais acessíveis, o que facilita todo o processo de compra, possibilitando ainda estreitar os laços. “A tecnologia pode auxiliar na busca pelo imóvel desejado a partir de informações que estão na palma da mão, como fotos, vídeos e outros elementos disponibilizados que contribuem para uma primeira seleção dos imóveis que mais se adequam ao perfil do cliente, além de estreitar o contato com corretor, potencializando a comunicação e desenvolvimento da relação. 

Informações

Quanto mais informações o cliente conseguir reunir com antecedência vai ajudar a agilizar os processos até chegar à compra. Porém, apesar de a tecnologia ser um facilitador, para finalizar, procedimentos antigos também garantem uma compra mais assertiva. “Quanto mais informações sobre o imóvel desejado, melhor para agilizar em aspectos gerais o processo de compra, porém transações imobiliárias envolvem muitas minuciosidades e processos burocráticos. Fatores como tamanho, localização e imagens da unidade estão entre os principais itens de pesquisa quando se está procurando um imóvel, ou seja, impactam diretamente na decisão do possível comprador em concretizar ou não a negociação. Desta forma, obter essas informações com facilidade auxilia na decisão do cliente, mas é importante destacar que por mais que as informações estejam disponíveis na internet, nenhum procedimento é mais eficaz do que a visita física do cliente acompanhado do corretor para uma percepção absoluta”, diz Manoel da Silveira Maia.

WhatsApp no processo de compra

O aplicativo se tornou uma ferramenta importante de comunicação, podendo agilizar os processos, e pode ser uma dica tecnológica do corretor na hora de comprar um imóvel. É importante usar todos os mecanismos em favor do processo. “Essa ferramenta se tornou meio de comunicação em aspecto amplo e é uma boa alternativa para o contato com o cliente e envio de informações que podem causar impressões positivas ao consumidor, o que requer do profissional um trabalho cada vez mais qualificado de divulgação das unidades. O WhatsA00pp pode ser um meio de acesso qualificado até mesmo no sentido de tirar dúvidas sobre o negócio”, pontua Manoel da Silveira Maia. Inclusive, o aplicativo de mensagens pode servir como um recurso de proteção para ambos os lados. “Ele é um incentivo para boas práticas de ética porque, quando se fala através do WhatsApp, seja em arquivo de áudio ou de texto, fica tudo documentado. A pessoa tem que responder pelo que disse e acaba obrigando a um comportamento mais refinado”, completa José Augusto Viana Neto. 

Aplicativos de mensagem são ótimos aliados para otimização de tempo (Foto: Shutterstock)

Localização

Se antes era preciso visitar vários imóveis para fazer uma triagem inicial, hoje em dia a tecnologia também facilita neste quesito. Isso porque é possível fazer uma triagem do que se encaixa melhor com o que se procura. Mas, além disso, é possível também fazer uma pesquisa sobre a localização do imóvel e entender se ele também atende as necessidades dos moradores em relação aos serviços, comércio, segurança e transporte no entorno. “Todos os requisitos na compra do imóvel proêm do desejo do cliente e isso, definitivamente, inclui a localização onde ele está situado. Já existem ferramentas que é possível o cliente obter projeções do entorno através da realidade virtual antes de fazer uma triagem e seguir para a visita para desmistificar ou comprovar a interpretação que se construiu ao efetivar a pesquisa online”, explica o presidente do Creci-RJ. Uma busca na internet também é capaz de nortear o que existe no entorno. “Sem dúvida dá para verificar a questão de localização, quais as escolas, comércio, acesso de transportes, todos os equipamentos urbanos que estão no entorno. Inclusive, algumas imobiliárias já colocam nos seus sites uma lista de facilidades com os links”, acrescenta o presidente do Creci-SP. 

Burocracia do processo de compra

Outra dica tecnológica do corretor na hora de comprar um imóvel é que as tecnologias facilitam alguns processos e aceleram algumas questões, mas ainda podem evoluir para facilitar ainda mais as questões burocráticas, que não são poucas, para quem deseja adquirir uma casa ou apartamento. “As ferramentas melhoraram na velocidade das certidões e respostas dos cartórios quanto à saúde registral do imóvel. Hoje temos compartilhamento de informações entre os cartórios e isso fez com que as informações ficassem mais eficientes. Mas no sentido da lavratura, da escritura e da documentação cartorária, ainda não tem muito evolução”, conclui José Augusto Viana Neto. 

Processo de compra
(Foto: Shutterstock)

+ Quer comprar um imóvel? Consulte o especialista. 

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Quer saber como comprar uma casa sem entrada? Nós detalhamos para você

Se você quer saber como comprar uma casa sem entrada, saiba que é um sonho difícil de realizar. Isso porque quase todos os financiamentos exigem uma parcela mínima inicial. Ainda assim, leia com atenção as explicações. Vai que você está entre as pessoas com possibilidade de parcelar 100% do valor.

A regra geral praticada pelos bancos que fazem financiamentos imobiliários é ofertar cotas de financiamento de até 80%. Mas a porcentagem depende da modalidade de amortização e do tipo de imóvel, novo ou usado.

Como há uma concorrência entre as instituições financeiras na tentativa de atrair e fidelizar os clientes, quem usa todos os serviços do banco, como conta corrente com salário, cheque especial, cartão de crédito, seguro e capitalização costuma ter condições especiais. Nesses casos, há instituições que oferecem cotas maiores de financiamento.

Foto:Shutterstock
(Foto:Shutterstock)

Todo o valor

A Caixa Econômica Federal dá a possibilidade de financiar 100% do valor do imóvel quando o cliente comprador é servidor público (das três esferas – federal, estadual ou municipal), oferecendo, ainda, juros menores e a possibilidade de financiar parte das despesas de cartório para registro do contrato de financiamento.

Na Caixa, também é possível financiamento integral quando o imóvel é vinculado a empreendimento construído com recursos obtidos junto ao banco. Ou ainda pelo Programa Minha, Casa Minha Vida, quando parte do valor é subsídio oferecido pelo Governo Federal.

Calcule os juros antes do financiamento
Calcule os juros antes do financiamento (Foto:Shutterstock)

Segundo o economista João Bosco Ferraz de Oliveira, integrante do Conselho Federal de Economia (Cofecon), o modo como comprar uma casa sem entrada é considerado atípico e especial. Os bancos vão fazer exigências maiores para isso.

“Exigem a fidelização, com o cliente trazendo todos os seus negócios, salários e aplicações para a instituição financeira, que estará de braços abertos para recebê-lo. A oferta depende do tamanho que for esse casamento, que poderá durar até 30 ou 35 anos, prazo do financiamento habitacional”, diz Oliveira, que também é perito econômico-financeiro e avaliador de imóveis.

Vale a pena comprar imóvel sem entrada?

Conseguir financiar 100% do imóvel pode ser um bom negócio, seja para aqueles que dispõem de poucos recursos para um sinal, seja para os que, mesmo podendo, destinarão esse dinheiro economizado para mobiliar o novo lar. Ou até mesmo para investir nas prestações iniciais, desafogando o comprometimento mensal com a parcela do financiamento.

“Os bancos não podem cobrar juros maiores se a modalidade for 80, 90 ou 100%. Eles podem até ofertar subsídios ou bonificação próprios, como desconto nas parcelas, mas não onerar juros do financiamento. Essas taxas têm regras claras e são geralmente calculadas em função das faixas de valores dos imóveis”, explica o economista.

Parcelar a entrada

Pode se tornar um grande problema parcelar a entrada. Se não for bem planejado, em algum momento o comprador terá que decidir entre pagar o construtor que aceitou parcelar a entrada ou pagar a parcela do financiamento junto ao banco.

“Se o comprador não tem dinheiro suficiente para honrar à vista aquele valor estabelecido pela cota não financiada, é sinal de que a sua margem de compromisso já está no limite. Então, ao primeiro sinal de estrangulamento no seu orçamento, poderá não honrar um dos dois compromissos”, finaliza o especialista.

comprar casa sem entrada
(Foto:Shutterstock)

Quer comprar um imóvel? Veja dicas do especialista. 

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Quer saber como comprar uma casa sem entrada? Nós detalhamos para você

Se você quer saber como comprar uma casa sem entrada, saiba que é um sonho difícil de realizar. Isso porque quase todos os financiamentos exigem uma parcela mínima inicial. Ainda assim, leia com atenção as explicações. Vai que você está entre as pessoas com possibilidade de parcelar 100% do valor.

A regra geral praticada pelos bancos que fazem financiamentos imobiliários é ofertar cotas de financiamento de até 80%. Mas a porcentagem depende da modalidade de amortização e do tipo de imóvel, novo ou usado.

Como há uma concorrência entre as instituições financeiras na tentativa de atrair e fidelizar os clientes, quem usa todos os serviços do banco, como conta corrente com salário, cheque especial, cartão de crédito, seguro e capitalização costuma ter condições especiais. Nesses casos, há instituições que oferecem cotas maiores de financiamento.

Foto:Shutterstock
(Foto:Shutterstock)

Todo o valor

A Caixa Econômica Federal dá a possibilidade de financiar 100% do valor do imóvel quando o cliente comprador é servidor público (das três esferas – federal, estadual ou municipal), oferecendo, ainda, juros menores e a possibilidade de financiar parte das despesas de cartório para registro do contrato de financiamento.

Na Caixa, também é possível financiamento integral quando o imóvel é vinculado a empreendimento construído com recursos obtidos junto ao banco. Ou ainda pelo Programa Minha, Casa Minha Vida, quando parte do valor é subsídio oferecido pelo Governo Federal.

Calcule os juros antes do financiamento
Calcule os juros antes do financiamento (Foto:Shutterstock)

Segundo o economista João Bosco Ferraz de Oliveira, integrante do Conselho Federal de Economia (Cofecon), o modo como comprar uma casa sem entrada é considerado atípico e especial. Os bancos vão fazer exigências maiores para isso.

“Exigem a fidelização, com o cliente trazendo todos os seus negócios, salários e aplicações para a instituição financeira, que estará de braços abertos para recebê-lo. A oferta depende do tamanho que for esse casamento, que poderá durar até 30 ou 35 anos, prazo do financiamento habitacional”, diz Oliveira, que também é perito econômico-financeiro e avaliador de imóveis.

Vale a pena comprar imóvel sem entrada?

Conseguir financiar 100% do imóvel pode ser um bom negócio, seja para aqueles que dispõem de poucos recursos para um sinal, seja para os que, mesmo podendo, destinarão esse dinheiro economizado para mobiliar o novo lar. Ou até mesmo para investir nas prestações iniciais, desafogando o comprometimento mensal com a parcela do financiamento.

“Os bancos não podem cobrar juros maiores se a modalidade for 80, 90 ou 100%. Eles podem até ofertar subsídios ou bonificação próprios, como desconto nas parcelas, mas não onerar juros do financiamento. Essas taxas têm regras claras e são geralmente calculadas em função das faixas de valores dos imóveis”, explica o economista.

Parcelar a entrada

Pode se tornar um grande problema parcelar a entrada. Se não for bem planejado, em algum momento o comprador terá que decidir entre pagar o construtor que aceitou parcelar a entrada ou pagar a parcela do financiamento junto ao banco.

“Se o comprador não tem dinheiro suficiente para honrar à vista aquele valor estabelecido pela cota não financiada, é sinal de que a sua margem de compromisso já está no limite. Então, ao primeiro sinal de estrangulamento no seu orçamento, poderá não honrar um dos dois compromissos”, finaliza o especialista.

comprar casa sem entrada
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A regra geral praticada pelos bancos que fazem financiamentos imobiliários é ofertar cotas de financiamento de até 80%. Mas a porcentagem depende da modalidade de amortização e do tipo de imóvel, novo ou usado.

Como há uma concorrência entre as instituições financeiras na tentativa de atrair e fidelizar os clientes, quem usa todos os serviços do banco, como conta corrente com salário, cheque especial, cartão de crédito, seguro e capitalização costuma ter condições especiais. Nesses casos, há instituições que oferecem cotas maiores de financiamento.

Foto:Shutterstock
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Todo o valor

A Caixa Econômica Federal dá a possibilidade de financiar 100% do valor do imóvel quando o cliente comprador é servidor público (das três esferas – federal, estadual ou municipal), oferecendo, ainda, juros menores e a possibilidade de financiar parte das despesas de cartório para registro do contrato de financiamento.

Na Caixa, também é possível financiamento integral quando o imóvel é vinculado a empreendimento construído com recursos obtidos junto ao banco. Ou ainda pelo Programa Minha, Casa Minha Vida, quando parte do valor é subsídio oferecido pelo Governo Federal.

Calcule os juros antes do financiamento
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Segundo o economista João Bosco Ferraz de Oliveira, integrante do Conselho Federal de Economia (Cofecon), o modo como comprar uma casa sem entrada é considerado atípico e especial. Os bancos vão fazer exigências maiores para isso.

“Exigem a fidelização, com o cliente trazendo todos os seus negócios, salários e aplicações para a instituição financeira, que estará de braços abertos para recebê-lo. A oferta depende do tamanho que for esse casamento, que poderá durar até 30 ou 35 anos, prazo do financiamento habitacional”, diz Oliveira, que também é perito econômico-financeiro e avaliador de imóveis.

Vale a pena comprar imóvel sem entrada?

Conseguir financiar 100% do imóvel pode ser um bom negócio, seja para aqueles que dispõem de poucos recursos para um sinal, seja para os que, mesmo podendo, destinarão esse dinheiro economizado para mobiliar o novo lar. Ou até mesmo para investir nas prestações iniciais, desafogando o comprometimento mensal com a parcela do financiamento.

“Os bancos não podem cobrar juros maiores se a modalidade for 80, 90 ou 100%. Eles podem até ofertar subsídios ou bonificação próprios, como desconto nas parcelas, mas não onerar juros do financiamento. Essas taxas têm regras claras e são geralmente calculadas em função das faixas de valores dos imóveis”, explica o economista.

Parcelar a entrada

Pode se tornar um grande problema parcelar a entrada. Se não for bem planejado, em algum momento o comprador terá que decidir entre pagar o construtor que aceitou parcelar a entrada ou pagar a parcela do financiamento junto ao banco.

“Se o comprador não tem dinheiro suficiente para honrar à vista aquele valor estabelecido pela cota não financiada, é sinal de que a sua margem de compromisso já está no limite. Então, ao primeiro sinal de estrangulamento no seu orçamento, poderá não honrar um dos dois compromissos”, finaliza o especialista.

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